Na pequena imensidão do teu olhar está a grandeza do teu ser. Por isso, por tantos os poucos como tu hoje escrevo pelo que és e representas.
Porque os outros se mascaram e tu não, porque os outros fingem e isso não tem perdão. Porque tu és teu ser, porque tu sentes e vives aquele sentir, porque tu és o que sentes e não o que o outro quer ver. E uma vez, ainda que apenas hoje, é preciso que alguém dê a saber que devemos viver e ser e sentir. E não fingir, esconder, mascarando o que o pulsar do coração nos grita a sangue corrente.
É por em teu gesto se encontrar tua emoção, teu sentimento e talvez não, ou até teu coração que hoje paro. Parei, e sem pensar eu imaginei que este pedaço de vida seria muito mais do que é se todos transportassem transparência no seu olhar, sorrir e agir (como tu trazes em ti).
Apenas num murmúrio tu transportas todo teu ser. E em cada traço da tua existência há cor de verdade, há desenho de sinceridade, há um pincelar da tua realidade. Gostava que todos que conhecessem essa fidelidade ao mais profundo sentir, ao mais imenso ser percebessem que todos os corpos que balançam neste mundo deveriam ganhar vida de verdade, vida de ser, vida de sentir, vida de não ter que fingir…Todos balançamos entre o sentir e o agir, entre o que somos e o que é certo ser. Baloiçar será sempre um balanço, mas teu é leve e transparente.
Sabes, no teu silêncio do teu baloiçar todos temos muito a aprender.
Ao Pedro (um Amigo)
Bem, uauuuuuuuuuuuuhhh!
ResponderEliminarEstes poemas são mesmo muito bonitos. Mas tens de os editar! Não é justo só tu e algumas pessoas que tu conheces terem o privilégio de os ler. Eu poderia alongar-me neste comentário, mas tenho mesmo de estdar teoria, quando tiver mais tempo faço um comentário digno dos teus poemas!
Bjo e continua!
Ps: Também gostava que me dedicasses um poema! :(
Sofia